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		<title>Argonautas do Pacífico &#8211; Introdução</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>propad</dc:creator>
				<category><![CDATA[fichamento]]></category>
		<category><![CDATA[etnografia]]></category>
		<category><![CDATA[Malinowski]]></category>
		<category><![CDATA[Método Etnográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[MALINOWSKI, Bronislaw Kasper. Argonautas do Pacífico Ocidental: um relato do empreendimento e da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova Guiné melanésia. 2. ed São Paulo: Abril Cultural, 1978. (os pensadores) Esse sistema de comércio, o Kula, é o que me proponho a descrever neste volume; 18 um trabalho etnográfico só terá valor científico irrefutável [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=104&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MALINOWSKI, Bronislaw Kasper. Argonautas do Pacífico Ocidental: um relato do empreendimento e da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova Guiné melanésia. 2. ed São Paulo: Abril Cultural, 1978. (os pensadores)</p>
<p>Esse sistema de comércio, o Kula, é o que me proponho a descrever neste volume; 18</p>
<p>um trabalho etnográfico só terá valor científico irrefutável se nos permitir distinguir claramente, de um lado,  os resultados da observação direta e das declarações e interpretações nativas e, do outro, as inferências do autor, baseadas em seu próprio bom-senso e intuição psicológica. 18</p>
<p>Os princípios metodológicos podem ser agrupados em três unidades:</p>
<p>Em primeiro lugar [...] o pesquisador deve possuir objetivos genuinamente científicos e conhecer os valores e critérios da etnografia moderna; 20</p>
<p>Em segundo lugar[...] deve assegurar boas condições de trabalho, o que significa, basicamente, viver mesmo entre os nativos, sem depender de outros brancos. 20</p>
<p>Finalmente deve [...] aplicar certos métodos especiais de coleta, manipulação e registro da evidências;20</p>
<p><span style="color:#993300;">[Muito semelhante à descrição de Latour da sua invisiblidade no Laboratóri</span><span style="color:#993300;">o]</span> Com o passar do tempo, acostumados a ver-me constantemente, dia após dia, os nativos deixaram de demonstrar curiosidade ou alarma em relação à minha pessoa nem se sentiam tolhidos com minha presença. 21</p>
<p>Tive que aprender a comportar-me como eles e desenvolvi uma certa percepção para aquilo que eles consideravam como &#8220;boas&#8221; ou &#8220;más&#8221; maneiras. 22</p>
<p>Dessa forma, <strong>com a capacidade de aproveitar sua companhia e participar de alguns de seus jogos e divertimentos, fui começando a sentir que entrara realmente em contato com os nativos.</strong> Isso constitui, sem dúvida alguma, <strong>um dos requisitos preliminares essenciais à realização e ao bom êxito da pesquisa de campo</strong>. 22 (grifo meu)</p>
<p>[Fala da importância da teoria prévia à investida de campo e do abandono a conceitos primitivos ]</p>
<p><span style="color:#993300;">[ Faz a distinção entre a Etnografia e a Etnologia]</span> De acordo com a terminologia cientifica uso aqui a palavra ETNOGRAFIA para descrever os resultados empíricos e descritivos da ciência do homem; e a palavra ETNOLOGIA para referir-me às teorias especulativas e comparativas. 22 (nota nove)</p>
<p>a etnologia trouxe leis e ordens àquilo que parecia caótico e anômalo&#8230;23</p>
<p><span style="color:#993300;">[Objetivo]</span> O objetivo fundamental  da pesquisa etnográfica de campo é, portanto, estabelecer o contorno firme e claro das constituiçao tribal e delinear as leis e os padrões de todos os fenômenos culturais, isolando-os de fatos irrelevantes. 24</p>
<p><span style="color:#993300;">[Tarefa do Etnógrafo]</span> O etnógrafo de campo deve analisar com seriedade e moderação todos os fenômenos que caracterizam cada aspecto da cultura tribal sem privilégios aqueles que causam admiração ou estranheza em detrimento dos fatos comuns e rotineiros. A lei, a ordem e a coerência que prevalecem em cada um desses aspectos são as mesmas que os unem e fazem deles um todo coerente. 24</p>
<p>O etnógrafo que se propõe a estudar apenas a religião, ou somente a tecnologia, ou ainda exclusivamente a organização social, estabelece um campo de pesquisa artificial e acaba por prejudicar seriamente seu trabalho. 42</p>
<p><span style="color:#993300;">Metodologia</span></p>
<p><span style="color:#000000;">A coleta de dados referentes a um grande número de fatos é [..] uma das fases principais da pesquisa de campo [...] levantamento na media do possível exaustivo, de todos os fatos ao nosso alcance. 26</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Na busca desses fatos,<strong> terá mais êxito o pesquisador cujo &#8220;esquema mental&#8221;  for mais lúcido e completo</strong>. Sempre que o material da pesquisa o permitir, <strong>esse &#8220;esquema mental&#8221; deve, todavia, transformar-se num &#8220;esquema real&#8221; &#8211; ou seja, materializar-se na forma de diagramas, planos de estudo e pesquisa e quadros sinóticos completos.</strong> 26 (grifo meu)</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Esse método de se condensarem em mapas ou quadros sinóticos os dados de informação, deve sempre, na medida do possível, ser aplicado ao estudo de praticamente todos os aspectos da vida nativa. 26</span></p>
<p><span style="color:#000000;">há uma série de fenômenos de suma importância que de forma alguma podem se registrados apenas com o auxílio de questionários ou documentos estatísticos, mas devem ser observados em sua plena realidade. A esses fenômenos podemos dar o nome de<em> imponderáveis da vida real. Pertencem a essa classe de fenômeno [rotina de trabalho, cuidados corporais, modo de preparo da comida, etc]</em> 29</span></p>
<p><span style="color:#000000;">[pequenos incidentes devem ser anotados o quanto antes] 31</span></p>
<p><span style="color:#000000;">recomenda-se ao etnógrafo que de vez em quando deixe de lado a máquina fotográfica, lápis e caderno, e participe pessoalmente do que está acontecendo. Esses mergulhos na vida nativa [...] sempre e deram a impressão de permitir uma compreensão mais fácil e transparente 31</span></p>
<p><span style="color:#993300;">[Sinteziza os caminhos para o alcance dos objetivos na pesquisa de campo etnográfica]</span></p>
<p><span style="color:#000000;">1. A organização da tribo e a anatomia de sua cultura devem ser delineadas de modo claro e preciso. O método de documentação concreta e estatística forncece os meios com que podemos obtê-las</span></p>
<p><span style="color:#000000;">2. Este quadro precisa ser completado pelos fatos imponderáveis da vida real, bem como pelos tipos de comportamento, coletados através de observações detalhadas e minuciosas que só são possíveis através deo contato íntimo com a vida nativa e que devem ser registradas nalgum tipo de diário etnográfico</span></p>
<p><span style="color:#000000;">3. O corpus inscriptionum &#8211; uma coleção de asserções, narrativas típicas, palavras características, elementos folclóricos e fórmulas mágicas &#8211; deve ser apresentado como documento da mentalidade nativa.</span></p>
<p><span style="color:#993300;">O objetivo final da pesquisa</span></p>
<p><span style="color:#000000;">apreender o ponto de vista dos nativos, seu relacionamento com a vida, sua visão de seu mundo. É nossa tarefa estudar o homem e devemos, portanto, estudar tudo aquilo que mais intimamente lhe diz respeito, ou seja, o domínio que a vida exerce sobre ele. 33-34</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/propads.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/propads.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/propads.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/propads.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/propads.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/propads.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/propads.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/propads.wordpress.com/104/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=104&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Etnografia &#8211; Esquema</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 07:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>propad</dc:creator>
				<category><![CDATA[fichamento]]></category>

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		<description><![CDATA[ATKINSON, Paul; HAMMERSLEY, Marty. Ethnography and Participant Observation. In: DENZIN, Norman K. ; LINCOLN, Yvonna S. Handbook of qualitative research. London: Sage, 1994. Etnografia a) Paradigma Filosófico ao qual se está  totalmente comprometido; b) Método usado quando apropriado; c) Posições entre esses extremos Formas de pesquisa social com um número substancial dos dos seguintes componentes: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=89&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ATKINSON, Paul; HAMMERSLEY, Marty. Ethnography and Participant Observation. In: DENZIN, Norman K. ; LINCOLN, Yvonna S. Handbook of qualitative research. London: Sage, 1994.</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Etnografia</span></p>
<p>a) Paradigma Filosófico ao qual se está  totalmente comprometido;</p>
<p>b) Método usado quando apropriado;</p>
<p>c) Posições entre esses extremos</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Formas de pesquisa social com um número substancial dos dos seguintes componentes:</span></p>
<p>* ênfase na exploração da natureza de um fenômeno particular mais que estabelecimento e testes de hipóteses sobre;</p>
<p>*tendência em trabalhar primariamente com dados não-estruturados e, não codificados para o momento da coleta em termos de conjunto de categorias analíticas;</p>
<p>* investigação de pequeno número de casos, provavelmente apenas um caso em detalhes;</p>
<p>* A análise de dados envolve interpretação explícita dos sentidos e funções das ações humanas, tendo como produto principal descrições verbais e explicações e análise estatística apenas com um papel subordinado na maior parte.</p>
<p>Apresentada como abordagem humanística interpretativa em oposição à abordagem científica positivista;</p>
<p>Suas vertentes filosóficas, éticas e  metodológicas se entrelaçam formando diferentes escolas e sub-tipos de etnografias;</p>
<p>Engaja-se em diferentes movimentos e abordagens teóricas (funcionalismo estrutural;  interacionismo simbólico;  antropologia cognitiva e cultural; feminismo; marxismo; etnomedologia, teoria crítica, estudos culturais, pós-modernismo );</p>
<p>Há uma tendência já clássica de aversão à formação de ortodoxias e uma mudança de foco contínua em controvérsias metodológicas e epistemológicas;</p>
<p>****************************************************</p>
<p><span style="color:#993300;">A formação inicial</span></p>
<p>A questão das moficações nas posturas e perspectivas etnográficas conta já com 87 anos desde que Malinowky publicou pela primeira vez os Argonautas do Pacífico Ocidental. O  entendimento destas mudanças em perspectivas perpassa diferentes proposições, nomeações, adjetivações das etnografias constituindo por si só um problema de investigação.</p>
<div id="_mcePaste">*As inciativas antropológicas  no campo, feitas diretamente sob populações tribais começam a surgir nos E.U.A e Europa por volta do final do século XIX ;</div>
<div></div>
<div>*Em 1899 Spencer e Gillen publicam suas extensas investigações desenvolvidas entre os aborígenes australianos, mostram a importância das informações obtidas por meio da observação direta e influenciam 3 trabalhos importantes publicados  1913:</div>
<div id="_mcePaste">-As formas elementares da vida religiosa (Durkheim);</div>
<div id="_mcePaste">-Totem e Tabu (Freud);</div>
<div id="_mcePaste">-A família entre os aborígines australianos (Malinowski)</div>
<div></div>
<div>*Os grupos pioneiros nas investigações de campo nos E.U.A. (Discípulos de Boas) e Inglaterra ( Radcliffe-Brown; Malinowski) estabeleceram no começo do século XX o funcionalismo com um novo método de investigação na Antropologia;</div>
<div></div>
<div>*Os primeiros trabalhos de  Malinowski e de Radiciffe-Brow sofrem influência de Durkheim nas formulações iniciais dos conceitos de  de função e de integração funcional;</div>
<div></div>
<div><span style="color:#003366;">Malinowki 1884-1942</span></div>
<div>*A inovação de Malinowski no campo se dá pelo minucioso relato dos princípios fundamentais e do desenvolvimento da observação participante;</div>
<div></div>
<div>Pressupostos / Fundamentos</div>
<div>* A observação direta pela convivência diária, a capacidade de e</div>
<div>ntender a língua e participar das conversas e acontecimentos da aldeia;</div>
<div></div>
<div>*Fundamento da técnica consiste num processo de &#8220;aculturação&#8221; do observador, via assimilação das categorias inconscientes que ordenam o universo cultural investigado;</div>
<div></div>
<div>*Apreende-se uma &#8220;totalidade integrada&#8221; que é anterior  ao processo sistemático da coleta e ordenação das informações etnográficas;</div>
<div></div>
<div>*A familiaridade com o nativo, a capacidade de participar de seu universo é condição prévia, mas não elimina a coleta sistemática de dados, nem a interpretação e integração da evidência empírica de modo a recriar a totalidade vivida pelo nativo e apreendida pelo esquisador;</div>
<div></div>
<div>*A elaboração das monografias  resolve a complementação das pesquisas;</div>
<div></div>
<div>* Uma noção de instituição permite obter a compreensão do todo a partir de uma perspectiva (o Kula);</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>WHAT IS ETHNOGRAPHY?</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 05:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>propad</dc:creator>
				<category><![CDATA[aquecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.americanethnography.com/ethnography.php<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=86&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.americanethnography.com/ethnography.php</p>
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		<item>
		<title>La práctica de la sociologia reflexiva</title>
		<link>http://propads.wordpress.com/2009/11/29/la-practica-de-la-sociologia-reflexiva/</link>
		<comments>http://propads.wordpress.com/2009/11/29/la-practica-de-la-sociologia-reflexiva/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>propad</dc:creator>
				<category><![CDATA[fichamento]]></category>
		<category><![CDATA[Bourdieu]]></category>
		<category><![CDATA[campo]]></category>
		<category><![CDATA[dúvida radical]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>

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		<description><![CDATA[BOURDIEU, Pierre. La práctica de la sociologia reflexiva.  In: BOURDIEU, Pierre; WACQUANT, Loic. Una invitación a la sociologia reflexiva. México : Siglo Veintiuno Editores, 2005. p.305-358 1. Transmitir un ofício Los científicos sociales tiendem a asumir con demasiada facilidad que la importancia sociopolítica de un objeto es suficiente en si misma para garantir la importancia del [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=40&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BOURDIEU, Pierre. La práctica de la sociologia reflexiva.  In: BOURDIEU, Pierre; WACQUANT, Loic. <em>Una invitación a la sociologia reflexiva</em>. México : Siglo Veintiuno Editores, 2005. p.305-358</p>
<p><span style="color:#000080;">1. Transmitir un ofício</span></p>
<p style="text-align:right;">Los científicos sociales tiendem a asumir con demasiada facilidad que la importancia sociopolítica de un objeto es suficiente en si misma para garantir la importancia del discurso que emiten. 308</p>
<p style="text-align:right;">en &#8220;Estructuralismo y teoría del conocimiento sociológico&#8221; [Bourdieu] estabelece su deuda y sus diferencias con el estructuralismo como epistemología social. 310 (nota 5)</p>
<p style="text-align:right;">El habitus científico es una regla &#8220;hecha hombre&#8221;, una regla encarnada o, mejor, un modus operandi científico que funciona en un estado práctico de acuerdo con normas de la ciencia sin tener a estas normas como su principio explícito. 312</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2. Pensar relacionalmente</span></p>
<p style="text-align:right;">solo en función de un cuerpo de hipótesis derivadas de un conjunto de pressupuestos teóricos, cualquier dato empírico puede funcionar como prueba&#8230; 314</p>
<p style="text-align:right;">el hecho de combinar el análisis del discurso con la descripción etnográfica será tomado como una ruptura y un audaz desafio al monoteísmo metodológico 316</p>
<p style="text-align:right;">La noción de campo nos recuerda así el primer precepto del método, aquel que exige resistir por todos los medios posibles la inclinación primaria a pensar el mundo social de manera sustancialista. 318- 319</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[Conceito de Campo]</span><strong> </strong>Por campo del poder me refiero a las relaciones de fuerzas que prevalecen entre aquellas posiciones sociales que garantizam  a sus ocupantes un <em>quantum</em> de fuerza social, o capital, que los habilita a entrar en las contiendas por el monopolio del poder, contiendas netre las cuales las luchas por definir la forma legítima de poder ocupan uma dimensión crucial (pienso aqui en la confrontacíon entre &#8220;artistas&#8221;  y &#8220;burgueses&#8221; a fines del siglo XIX). 220</p>
<p style="text-align:right;">Sobre el campo dels poder véas Bourdieu 1989a , y antes, en la parte 1. seccíon 3; 220 (nota 21)</p>
<p style="text-align:right;">Construir un objeto científico [...] requiere [...] que aborden un caso empírico muy concreto con el propósito de erigir un modelo (que no necessita adoptar una forma matemática o abstracta para ser riguroso). Deben relacionar los datos pertinentes de manera tal que funcionen como un programa autopropulsado de investigacíon  capaz de generar perguntas sistemáticas, en suma,<strong> producir un sistema coherente de relaciones que pueda ser planteado como tal a los demás.</strong> El desfadio es interrogar sistemáticamente el caso particular constiuyendolo como un &#8220;ejemplo particular de lo posible&#8221;, ségun expresa Bachelard (1949), con el fin de extraer propriedades generales o invariantes que sólo puedan ser descubiertas por meido de esa interrogación 324-325 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;">
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">3. Una duda radical</span></p>
<p style="text-align:right;">Pra evitar convertir-se en objeto de los problemas que toman por objeto, deben rastrear la historia de la <em>emergencia</em> de estos problemas, de su constituición progressiva, es decir, del trabajo colectivo, a menudo realizado mediante competencia y lutcha, que fue necesario para dar a conocer y reconocer tales y cuales assuntos como <em>problemas legítimos</em>, problemas que son reconocibles, publicables, públicos y oficiales. 331</p>
<p style="text-align:right;">Em las ciencias sociales, como bien sabemos, las rupturas epistemológicas a menudo son sociales, rupturas con las creencias fundamentales de un grupo y, a veces, con las creencias centrales del cuerpo de profesionales, con el corpo de certezas compartidas que son el fundamento de la communis doctorum opinio. <strong>Praticar la duda radical en sociología es algo parecido a convertirse en un marginal.</strong> 334 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><strong>El lenguaje plantea un problema particularmente dramátic</strong>o para el sociólogo: <strong>se trata en efecto de un inmenso depósito de preconstrucciones naturalizadas,</strong> por ende preconstrucciones ignoradas como tales que puedem lllegar a funcionar como instrumentos de construcción inconscientes. 334 -335 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;">&#8220;Profesión&#8221;  es un concepto popular que ha sido acríticamente contrabandeado al lenguaje científio y que importa a este todo un inconsciente social. <strong>Es el<em> producto social</em> de un tralho histórico de construcción de un grupo </strong>y de una representaciíon de los grupos que se ha deslizado subrepticiamente en la ciencia de ese  grupo mismo.  336 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[complemento da noção de campo]</span> Todo resulta diferente, y mucho más dificil, si en  lugar de adoptar la noción de &#8220;profesión&#8221; me tomo en serio el trabajo de agregación y de imposición simbólica que fue necesario para producirla y la trato como um campo, esto es, como <strong>um espacio estructurado de fuerzas y luchas sociale</strong>s. Como se toma una muestra en un campo? 337</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[Onde estudar o conceito de campo] </span>El concepto de campo se explica extensamente en la parte 2, sección 3. 337 (nota 40)</p>
<p style="text-align:right;">Hay posiciones en un campo que sólo admiten un ocupante pero que comandan toda la estructura.  337</p>
<p style="text-align:right;">Por ejemplo, Sartre diminó y fuel al mismo tiempo dominado por su propria dominación en el campo intelectual francés de los años cincuenta. 337 (nota 41)</p>
<p style="text-align:right;">en tanto permanezcan dentro del dominio de las apariencias socialmente constituidas y sancionadas &#8211; y este es el orden al que pertene la noción de &#8220;profesión&#8221; &#8211; tendrán todas las apariencias de su parte, incluso la de cientificidad. 338</p>
<p style="text-align:right;">la cuestión de las fronteras del campo. Los positivistas más osados resuelven esta cuéstion [...] mediante lo que ellos llaman una &#8220;definición operacional&#8221;[...], sin ver que la cuestión de la definición [...] está en juego dentro del objecto mismo. 338-339</p>
<p style="text-align:right;">es necesario, para produzir ciencia, sobrepasar las apariencias de cientificidad e incluso contradecir las normas en vigor y desafiar los criterios usuales del rigor científico. <strong>Las apariencias siempre están a favor de lo aparente</strong>.  340-341 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[Crítica à etnomedologia]</span><strong> </strong>los etnonometodólogos, por más que en algunas de sus formulaciones <strong>convergen con las conclusiones de quienes reducen el discurso científico a estrategias retóricas acerca de un mundo reducido a su vez al estado de un texto</strong>. 341 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[Reflexão para a etnografia com orientação etnometodológica ] </span><strong>Tomar como objeto el entendimeto des sentido comun y la experiencia  del mundo social </strong>como una aceptación noética de un mundo que no está constituido como un objeto frente a un sujeto <strong>es precisamente el medio para someter a escrutinio científico todo lo que hace posible la experiencia dóxica del mundo, </strong>esto es, no sólo la representación preconstruida de este mundo sino también los esquemas cognitivos que subuyacen a la construcción de esta imagen. Y  aquellos entre<strong> los etnometodólogos que se contentam com la mera descripción de esta experiencia</strong> <strong>sin cuestionar</strong> las condiciones sociales que la acen posibles  &#8211; es decir, <strong>la correspondencia entre las estructuras sociales y las estructuras mentales</strong>, la estructura objetiva del mundo y las estructuras cognitivas através de las cuales este ultimo es aprehendido &#8211; no hacen más que repetir los cuestionamentos más tradicionales de la filosofia más tradicional acerca de la realidad de la realidade. 342 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[crítica aos etnomedodólogos]</span> los etnometodólogos no han visto nunca <em>las implicaciones politicas </em>de la experiencia dóxica del mundo que, en tanto que aceptación fundamental del orden establecido situada fuera del alcance de la crítica, es el fundamento más seguro de un  conservadurismo incluso más radical que aquel que trabaja para establecer una ortodoxia política. 342</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">4. El doble vínculo y la conversión</span></p>
<p style="text-align:right;">es la tradición académica de la sociología en su totalidad lo que debemos cuestionar todo el tiempo y aquello de lo que debemos  desconfiar  metódicamente. De alli el <em>double bind </em>en que todos sociólogo digno de ese nombre queda atrapado 343</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[a problemática da etnologia frente à diversidade cultural que força o etnólogo a trabalhar a partir das categoria de percepção e do modo de pensar de seus predecessores]</span> No es fácil escapar a los cuernos de este dilema, esta aternativa entre la ignorancia inerme del autodidacta privado de instrumentos de construcción científica y la seudociencia del seudocientífico que inadvertida y acriíticamente acepta categorias de percepcion ligadas a un determindao estado de las relaciones sociales, <strong>conceptos semiconstruidos que toma drectamente del mundo social</strong>. Nunca se siente tanto esta contradicción com en el caso de<strong> la etnología, donde debido a la diferencia entre las dradiciones culturales y al extrañamento resultante uno no puede vivir, como en sociología, bajo la ilusión del entendimiento inmediato.</strong> En este caso, o bien uno no ve nada o bien se queda con las categorías de percepción y el modo de pensar (el legalismo de los antropólogos) de sus prececessores, quien a menudo los recebieron a su vez de otra tradición acaddémica (la del Derecho Romano, por ejemplo). Todo esto nos inclina hace una suerte de <em>conservadurismo estructural</em> que conduce a la reproducción de la doxa acadêmcia. 343 -344</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[Aqui Bourdieu tá falando num linguagem Freudiana ou é impressão minha?]</span> son incontables los trucos de las pulsiones sociales, y acer una sociología del proprio universo a veces puede ser otra manera, más peversa, de satisfazer de manera indirecta esos impulso reprimidos. Por ejemplo, un ex teólogo que se hizo sociólogo puede experimentar una especie de regresión y empezar a hablar como teólogo o, peor aún, usar la sociologia como un arma para estabelecer sus pasadas posiciones teológicas. 349</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">5. Objetivación participante</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[ menciona um trabalho seu etnográfico] </span>en el curso de mi trabajo etnográfico en Argelia, me sensibilizaron hacia el &#8220;epistemocentrismo&#8221; asociado con el punto de vista académico.351</p>
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		<title>O racionalismo aplicado</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>propad</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bourdieu]]></category>

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		<description><![CDATA[BOURDIEU, Pierre;  CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.   O racionalismo aplicado. In: BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.  Ofício de sociólogo: Metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis: Ed. Vozes, 2004,    (p.73-86). Mais  do que o sociológo, ameaçado pela distância em relação ao seu objeto que nem sempre representa disntanciamento epistemológico, o etnólogo corre o risco, como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=33&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BOURDIEU, Pierre;  CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.   O racionalismo aplicado. In: BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.  <em>Ofício de sociólogo</em>: Metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis: Ed. Vozes, 2004,    (p.73-86).</p>
<p style="text-align:right;">Mais  do que o sociológo, ameaçado pela distância em relação ao seu objeto que nem sempre representa disntanciamento epistemológico, o etnólogo corre o risco, como todos os que recorrem a observação participante, de considerar o &#8220;contato humano&#8221; como um meio de conhecimento e, sensível às solicitações e seduções de seu objeto, denunciadas pelas evocações nostálgicas dos lugares e pessoas, deve realizar um esforço partircular para construir uma problemática capaz de quebrar as configurações singulares que lhe são propostas pelos objetos concretos. 75 (nota  2)</p>
<p><span style="color:#993300;">[ruptura, construção, experimentação]</span></p>
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		<title>A construção do objeto</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>propad</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bourdieu]]></category>
		<category><![CDATA[fato científico]]></category>
		<category><![CDATA[modelo]]></category>

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		<description><![CDATA[BOURDIEU, Pierre;  CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.  A construção do objeto. In: BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.  Ofício de sociólogo: Metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis: Ed. Vozes, 2004,    (p.45-72). 2. O fato é construído: as formas da demissão empirista Temos o direito de ver no princípio durkheimiano segundo o qual &#8220;é necessário tratar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=10&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">BOURDIEU, Pierre;  CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.  <em>A</em> construção do objeto. In: BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude.  <em>Ofício de sociólogo</em>: Metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis: Ed. Vozes, 2004,    (p.45-72).</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2. O fato é construído: as formas da demissão empirista</span></p>
<p style="text-align:right;">Temos o direito de ver no princípio durkheimiano segundo o qual &#8220;é necessário tratar os fatos sociais como coisas&#8221; ( a ênfase deve ser colocada em &#8220;tratar como&#8221;) o equivalente específico do golpe de estado teórico pelo qual Galileu constitui o objeto da física moderna como sistema de relações quantificáveis, ou da decisão de método pela qual Saussure cria a linguística e seu objeto estabelecendo a distinção entre lingua e palavra: é, com efeito, uma distinção semelhante que Durkheim formula quando, explicitando completamente a significação epistemológica da regra cardial de seu método, afirma que nenhuma das regras implícitas que se impõem aos sujeitos sociais &#8220;volta a se encontrar inteiramente nas aplicações levadas a efeito pelos particulares,  já que podem até mesmo existir sem serem realmente aplicadas&#8221;. O segundo prefácio de sua obras <em>As regras do método sociológico</em> diz com suficiente clareza, que se trata de <strong>definir uma atitude mental, e não de atribuir ao objeto um estatuto ontológico</strong>.  46 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;">nada se opõe mais às evidências do senso comum do que a distinção entre o objeto &#8220;real&#8221;, pré-construido pela percepção, e o objeto da ciência, como sistema de relações construídas propositalmente. 46</p>
<p style="text-align:right;"><strong>É a formação de sistemas conceituais dotados de pertinência teórica que está em ação no progresso científico</strong>: semelhantes formulações exigem a invenção a invenção teórica que não poderia limitar-se ao imperativo empirista ou operacionalista da pertinência empíra&#8221; (C.G. Hemplel, Fudamentals of  Concept Formation in Empirical Research, University of Chicago Press, Chicago, Londres, 1952, p. 47)  48 (nota 8, grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Por mais parcial e parcelar que que seja um objeto de pesquisa, só pode ser definido e &#8216;construído&#8217; em função de uma problemática teórica</strong> que permita submeter a uma interrogação sistemática os aspectos da realidade colocados em relação entre si pela questão que lhes é formulada. 48 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2.1. &#8220;As abdicações do empirismo&#8221;</span></p>
<p style="text-align:right;">Com efeito, quando o sociólogo pretende tirar dos fatos a problemática e os conceitos teóricos que lhe permitam construir e analisar tais fatos, corre sempre o risco de se limitar ao que é afirmado por seus informadores. 50</p>
<p style="text-align:right;">Sem dúvida, pode-se e deve-se coletar os mais irreais discursos, mas com a condição de ver neles, não a explicação do comportamento, mas um aspecto do comportamento a ser explicado. 51-52</p>
<p style="text-align:right;">Sempre que acredita eludir a tarefa de construir os fatos em função de uma problemática teórica, o sociológo submete-se a uma construção que se ignora como tal, coletando no máximo discursos fictícios forjados pelos sujeitos para enfrentarem a situação de pesquisa e responderem a questões artificiais, ou ainda, ao artifício por excelência da ausência de questões. Portanto, ao renunciar ao seu privilégio epistemológico, o sociólogo estará sancionando uma sociologia espontânea. 52</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2.2 Hipóteses ou pressupostos</span></p>
<p style="text-align:right;">Quanto menos consciente for a teoria implícita em determinada prática &#8211; teoria do conhecimento do objeto e teoria do objeto &#8211; maiores serão as possibilidades de que ela seja mal controlada, portanto, mal ajustada ao objeto em susa especificidade. 53</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2.3  A falsa neutralidade das técnicas: objeto construído ou artefato</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[comenta características da observação etnográfica comparada à entrevista não-diretiva]</span> &#8230;não será por que se apresenta como a realização paradigmática da neutralidade na observação que, entre todas as técnicas de coleta de dados, a entrevista não-diretiva é tão frequentemente exaltada, em detrimento, por exemplo, da<strong> observação etnográfica que, ao estar equipada com as regras impositivas de sua tradição, realiza mais completamente o ideal do inventáro sistemático, operado em uma situação real</strong>? 55 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[toma como exemplo a  observação etnográfica para mostrar a limitação das práticas rotineiras da sociologia em apreender o social em seu acontecimento cotidiano]</span><strong> A observação etnográfica</strong>, que é para a experimentação social oque a observação dos animais em meio natural é para a experimentação em laboratório,<strong> faz sentir o caráter fictício e forçado da maior parte das situações sociais criadas por um exercício rotineiro da sociologia</strong> que é levado tanto mais a ignorar a &#8220;reação no laboratório&#8221;, quanto está limitado ao conhecimento do laboratório e dos instrumentos de laboratório, testes ou questionários. 55 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;">é pelo poder de ruptura e pelo poder de generalização, sendo que os dois são inseparáveis, que o <strong>modelo teórico é reconhecido: como depuração formal das relações entre as relações que definem os objetos construídos</strong>&#8230; 71  (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;"><strong>só é possível nos libertarmos das pré construções da linguagem, quer se trate da linguagem do cientista ou da linguagem de seu objeto, ao instaurarmos a dialética que leva às construções adequadas pelo confronto metódico de dois sistemas de pré-construções</strong>[C. Lévi-Strauss, M. Mauss, B. Malinovski, textos nº 28, 29, 30]  58 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;">para saber estabelecer um questionário e saber o que fazer com os fatos que ele produz, é necessário saber o que faz o questionário, isto é, entre outras coisas, o que não pode fazer. 59</p>
<p style="text-align:right;">observação do tipo etnográfico como inventário sistemático de atos e objetos cultuarais. 59</p>
<p style="text-align:right;">os metodólogos […] ao transformarem a medição na medida de todas as coisas e as técnicas de medição na medida de toda a técnica […] excluem a questão propriamente epistemológica das relações entre os métodos da etnologia e os da sociologia.  60</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#993300;">[afirma que os métodos da etnologia podem ser empregados às sociedades modernas, desde que submetidos a...] </span>nada impede de <strong>aplicar os métodos da etnologia às sociedades modernas, com a condição de submeter, em cada caso, à reflexão epistemológica os pressupostos implícitos de tais métodos relativos à estrutura da sociedade e à lógica de suas transformações</strong>.  60 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:right;">Até mesmo as operações mais elementares e, na aparência, as mais automáticas do tratamento da informação implicam escolhas epistemológicas e mesmo uma teoria do objeto. 60</p>
<p style="text-align:right;">A demissão pura e simples diante do dado de uma prática que reduz o elenco de hipóteses a uma série de antecipações fragmentárias e passivas leva às manipulações cegas de uma técnica que engendra automaticamente artefatos, construções vergonhosas que são a caricatura do fato construído metódica e conscientemente, isto é, cientificamente. 63-64</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Ao recusar-se a ser o sujeito científico de sua sociologia, o sociólogo positivista dedica-se, salvo milagre do inconsciente, a fazer uma sociologia sem objeto científico. </strong>64 (grifo meu)</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2.4 a analogia e a construção das hipóteses</span></p>
<p style="text-align:right;">[tipo ideal em Weber, construção concebida para se medir em relação ao real... 66]</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000080;">2.5 Modelo e teoria</span></p>
<p style="text-align:right;">modelo [é] todo sistema de relações entre propriedades selecionadas, abstratas e simplificadas, construído conscientemente com a finalidade de descrição, explicação ou previsão e, por conseguinte, plenamente controlável; 68</p>
<p style="text-align:right;">Considerando que é possível perguntar seja lá o que for a quem quer que seja e que todo sujeito tem quase sempre suficiente boa vontade para responder, no mínimo, qualquer coisa a qualquer pergunta, mesmo que esta seja irreal, o questionador que, por falta de uma <strong>teoria do questionário</strong>, não se interrroga sobre a significação específica de suas perguntas, corre o risco de encontrar facilmente uma garantia do realismo de suas perguntas na realidade das respostas recebidas.  56 (grifo meu)</p>
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		<title>Etnografia &#8211; Rascunhos Iniciais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:48:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[etnografia]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os 4 pais fundadores da Etnografia &#8211; Laplantine (Aqui o PDF) Boas Um costume só tem significação se for relacionado ao contexto particular no qual se inscreve. p. 77-78 Malinowski Com Malinowski,  a antropologia se torna uma &#8220;ciência&#8221; da alteridade que vira as costas ao empreendimento evolucionista de reconstituição das origens da civilização, e se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=3&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os 4 pais fundadores da Etnografia &#8211; Laplantine (<a href="http://propads.files.wordpress.com/2009/11/15758506-os-4-pais-fundadores-da-etnografia-laplantine.pdf">Aqui o PDF</a>)</p>
<p>Boas</p>
<p>Um costume só tem significação se for relacionado ao contexto particular no qual se inscreve. p. 77-78</p>
<p>Malinowski</p>
<p>Com Malinowski,  a antropologia se torna uma &#8220;ciência&#8221; da alteridade que vira as costas ao empreendimento evolucionista de reconstituição das origens da civilização, e se dedica ao estudo das lógicas particulares características de cada cultura. p. 81</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/propads.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/propads.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/propads.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/propads.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/propads.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/propads.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/propads.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/propads.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=propads.wordpress.com&amp;blog=10686579&amp;post=3&amp;subd=propads&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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